"Não basta
simplesmente dizer “amo a minha pátria”.
Devemos revelar isso em cada gesto no nosso dia-a-dia, assumindo
compromissos em favor dela e deixando em cada passo de nosso
caminho, exemplos para as futuras gerações.
Nossa organização foi pensada e criada para
essa finalidade. "
Franco, Luiz Eduardo, Advogado,
Idealizador e fundador da OSCIP
Patriotismo
"[...] o patriotismo
se apura e se cultiva pela prática das virtudes sãs
e sólidas que formam os povos fortes e viris - nas
assembléias eletivas, nos parlamentos, nas contendas
pleiteadas ante uma justiça respeitada e soberana."
Rui, Senado Federal. Rio de Janeiro,
DF
Obras Completas de Rui Barbosa.
V. 39, t. 3, 1912. p. 57
"A pátria
não é ninguém: são todos; e
cada qual tem no seio dela o mesmo direito à idéia,
à palavra, à associação. A pátria
não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio,
nem uma forma de governo: é o céu, o solo,
o povo, a tradição, a consciência, o
lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados,
a comunhão da lei, da língua e da liberdade.
Os que servem são os que não invejam, os que
não infamam, os que não conspiram, os que
não sublevam, os que não desalentam, os que
não emudecem, os que não se acobardam, mas
resistem, mas ensinam, mas esforçam, mas pacificam,
mas discutem, mas praticam a justiça, a admiração,
o entusiasmo. Porque todos os sentimentos grandes são
benignos, e residem originariamente no amor. No próprio
patriotismo armado, o mais difícil da vocação,
e a sua dignidade, não está no matar, mas
no morrer. A guerra legitimamente, não pode ser o
extermínio, nem a ambição: é
simplesmente a defesa. Além desses limites, seria
um flagelo bárbaro, que o patriotismo repudia."
Rui, Colégio Anchieta.
Nova Friburgo, RJ
Obras Completas de Rui Barbosa.
V. 30, t. 1, 1903. p. 360
"A nação
tem sede ardente de paz, honestidade e harmonia. Abonancemos
os ressentimentos, moralizamos a administração,
fundemos a justiça, cultivemos o respeito, amemo-nos
seriamente uns aos outros num patriotismo humano e conciliador."
Rui, Rio de Janeiro, DF
Obras Completas de Rui Barbosa.
V. 31, t. 1, 1904. p. 358